terça-feira, 7 de julho de 2009

Saudades aqui de dentro

Já me acostumei com a humidade que faz sair fumacinha da boca.
Com agua de chuveiro quente e chao gelado.
Acostumei com um vento frio que arde nos olhos.
Me acostumei com o choque térmico de dentro de casa e o frio da rua que provoca uma dor de cabeça da gota. Com o frio de 10 graus. Com o de 8 graus. Com de 6 abaixo, ainda nao.
Me acostumei a escutar espanhol e ingles ao mesmo tempo. (Isso é uma doidera da porra)
Me acostumei a dormir imóvel, pois o colchao só fica quentinho onde eu tô. Acostumei a nao ficar pensando (muito) nas coisas que me fazem sentir saudade de casa, tipo familia, amigos, festas e farras. Mas puta merda. Desde a semana passada, quando falei com uma chica que passou o carnaval em olinda e deu uma passada em Maceió e comeu TODOS os sabores de tapioca... Me matô! (assim se diz por aqui, me matô) Todo dia estou sentindo uma saudade imensa da comida de casa, do tempero e de ter ela já pronta!! (Nao aguento mais cozinhar 23 horas). Por exemplo a comida que me forçou a escrever esse texto foi um arrumadinho de charque. Tô me sentindo uma gravida! o.O Hummm Um arrumadinho... Mae envia por sedex!!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A primeira queda a gente nunca esquece.

Relato de Milton Guedes.


A Primeira e última, ou de muitas?

Que queda da porra, tô puto até agora, é incrível como você consegue ver tudo em câmera lenta, saber que vai cair e não conseguir fazer nada pra evitar (tô até rindo). Achei uma experiência interessante, você ver o motorista ligar o sinal pra entrar, mas você não imagina que o filho(a) da mãe vai entrar jogando você pra casa do C..! E o carro veio chegando, chegando, e eu freando, freando, mas, já sabendo que ia cair, porque apesar da câmera lenta eu não sou o “Neo”, e o pára-choque traseiro batendo no pneu dianteiro (de qualquer veículo de duas rodas, quem anda acho que já sabe o resultado) é a queda pronta e perfeita, e voei, não como o super-homem (para o alto e avante) mas para baixo e um pouco mais adiante, com os braços abertos e peito no chão, senti meus lábios sendo espremidos entre o capacete e os dentes, as palmas das mãos queimando. E os joelhos? Hehehehe, lembrei da minha infância, os dois estambocados igualzinho aqueles mininu amarelo que tão aprendendo a andar de bicicleta, e sai deslizando e procurando ficar em pé até que consegui levantar mais rápido do que ligeiro e subir nos gelos baianos que ficam ali no barro duro naquela curva próximo ao Santíssima Trindade. Olhei a moto no chão e não sabia se levantava a moto ou saia do meio da rua, como se não tivesse entendendo direito o que houve. Isso tudo acho que aconteceu em 2s, do momento do toque do pára-choque no pneu até eu ficar em pé. É incrível como é rápido e tão lento ao mesmo tempo. É, acho que agora virei motoqueiro, é o que dizem por aí – quem anda de moto e nunca caiu não é motoqueiro (ou não sabe andar) –, pronto, levei a minha primeira queda e espero que seja a última, e “levanta pra cair de novo”, não, não, já aprendi! Acho que a experiência valeu pra andar com mais cuidado ainda! Um abraço.
Miltinho Guedes (escrito dia 26/06/09. a queda foi no dia 25/06/09 às 17:40h)

Michael Jackson

Existem pessoas em minha cabeça que nao vao morrer nunca!
(ao menos eu pensava que nao, mas agora eu to com medo do mundo)
Silvio Santos nao pode morrer. Nunca. Jamais!
Se isso acontecer ele tem que virar uma nota de mil reais!!
Nao podem morrer Xuxa, nem Pelé, nem o Didi Mocó (pelo menos nao antes que o Dedé)
Nao podem morrer Angelica, Sergio Malandro nem William Boner.
Até o Péu Marques eu acho que nao pode morrer!
A morte do Michael Jackson foi um choque pra mim!
Aff... desculpem mas tinha que falar algo sobre isso!